T’s some blues you got II

[nota: esse texto cruza com outro bem anterior a ele publicado também neste blog, chamado "T's some blues you got"] Black... boa pedida, senhor: o Black é um belo whisky. Mas sabe que eu, nos meus tempos de whisky, tomava Chivas? Gostava muito do Black também, mas o Chivas me parecia mais... como chamam mesmo? … Continue lendo T’s some blues you got II

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Dia de féria

  Do lado de cá da calçada batia um sol agradável. Eu, ajeitado na cadeira plástica, contemplava o movimento na rua. E haja movimento! Para tudo quanto é lado passavam jovens, passavam velhos, carros pequenos e grandes. Eu, sentado ali, olhava a eles estranhando tudo. De onde vinham? Para onde vinham? É muito viva essa … Continue lendo Dia de féria

Vertigem

  Dá quase vontade de ser pego no corredor, subindo as escadarias com uma garrafa de whisky e um baseado na mão. Seria bem engraçado, na verdade.   A cobertura continua esquecida, mal-cuidada; acho que ninguém nunca vem aqui. Apesar do descuido é um lugar até agradável, com a solidão, e a vista, e o … Continue lendo Vertigem

Do Majestic ao Partenon

Inspirado no conto Abrir-se-vos-á, de Dayane Rodrigues:  http://palavrasbambas.blogspot.com/2011/10/abrir-se-vos.html?   A primeira coisa que o atinge é a dolorida consciência da luz, toda aquela luz!, da luz do sol no rosto - só na metade esquerda do rosto. Apertando os olhos ainda fechados vira a cabeça, raspando o rosto colado à almofada na direção oposta, e … Continue lendo Do Majestic ao Partenon

As muitas vidas dos muitos homens das muitas ruas ou Sutil desencaixe

Quando eu te encarei frente a frente e não vi o meu rosto Chamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau gosto É que Narciso acha feio o que não é espelho E à mente apavora o que ainda não é mesmo velho   Pega uma revista Caras. Corre as páginas pelos … Continue lendo As muitas vidas dos muitos homens das muitas ruas ou Sutil desencaixe