O errante e a consciência reflexiva

  Estava no lobby de um hotel às margens da orla; eu o esperava há meia hora, sentada a uma mesa próxima à piscina faiscando o sol, ofuscante, majestosa - um pouco esforçada demais para o meu gosto. Em vista do ambiente de clipe de hip hop americano, do recepcionista me anunciando e me encaminhando, … Continue lendo O errante e a consciência reflexiva

Reunião de cúpula ou Co-branding – Comfort e Armani

...estamos lidando com muito mais do que amaciamento – queremos que o terno e o macio sejam sinônimos. Queremos amaciar pessoas, e queremos que o terno seja o invólucro do macio como forma de ser, de ver o mundo, de ser no mundo.            Queremos um mundo amaciado. Todos vocês devem … Continue lendo Reunião de cúpula ou Co-branding – Comfort e Armani

Balas e rojões de um festim esquecido

Tenho visto tanta gente circulando informações sobre revoluções, mobilizações e atos que deveriam não ser, ou poderiam ter sido, ou que não foram como deveriam ser que julguei apropriado lembrar nesta minha coluna de episódios históricos tão claramente não ocorridos em nossa história recente. Os bons leitores de Perfume, de Patrick Suskind, certamente estarão lembrados … Continue lendo Balas e rojões de um festim esquecido

Comentário a “Regras de linguagem na psiquiatria – burocracia e má fé”, de Franco Benetti

Jorge Luís Borges não era um entusiasta do elogio das criações; para ele as ideias ocorriam à pessoa a quem ocorriam por acaso, e não por mérito – é exemplar nesse sentido o prefácio de um livro seu em que ele se desculpa aos leitores se eventualmente escreveu algo que “pertencia” ao leitor antes que … Continue lendo Comentário a “Regras de linguagem na psiquiatria – burocracia e má fé”, de Franco Benetti