Luiz Ruffato, 52 anos, escritor mineiro, autor de Eles eram muitos cavalos e tantos outros livros, concedeu entrevista a José Castello, publicada na edição eletrônica do Valor Econômico[1] em quinze de fevereiro deste ano, à meia-noite em ponto – imagino que Castello tenha entregue sua entrevista antes, e que ela tenha sido programada para ir … Continue lendo ESCRITA, OFÍCIO COMUM
Categoria: Opinião
Manifesto do Movimento Psicanálise, Autismo e Saúde Pública
Circula pela internet, e chegou a mim hoje, um manifesto tornado público em nome do Movimento Psicanálise, Autismo e Saúde Pública. O Movimento já está em operação há algum tempo – começou a se formar, para ser mais preciso, logo após o lançamento do edital do Governo do … Continue lendo Manifesto do Movimento Psicanálise, Autismo e Saúde Pública
Posicionamento pessoal frente ao manifesto CAPS Itapeva ou O anônimo, o coletivo, o corporativo
Ontem compartilhei uma carta aberta, divulgada através de grupos de e-mails, em que alguém (a carta circulou anônima) repercute as demissões ocorridas no CAPS Itapeva no início desta semana. Na realidade quem chama o texto de carta aberta sou eu, porque o texto foi publicado como manifesto – manifesto em defesa do SUS do CAPS … Continue lendo Posicionamento pessoal frente ao manifesto CAPS Itapeva ou O anônimo, o coletivo, o corporativo
Demissões no CAPS Itapeva
Escrevo para compartilhar uma carta, que me chegou há pouco, e que repercute uma demissão coletiva ocorrida no CAPS Itapeva no início desta semana. Publico a carta antes de mais porque ela é pública; acima disso, obviamente, porque creio oportunas muitas das problematizações suscitadas nessa carta. Me parece importante o chamado ao pensamento e o … Continue lendo Demissões no CAPS Itapeva
Vértices da alienação (2010)
Em Cidades Invisíveis, de Ítalo Calvino, Marco Polo narra a Ghengis Khan as cidades fantásticas que encontrou ao longo de suas viagens; cidades sem fim se seguem no livro, breves relatos, como se fossem sonhos, cidades não-todas, cidades-proposta, cidades-fantasia. Em meio aos relatos, Khan e Polo se desafiam, pensando se as cidades invisíveis são fato, … Continue lendo Vértices da alienação (2010)
Em que se autoriza o psicólogo em saúde mental pública? (2012)
INTRODUÇÃO O título desse trabalho faz uma referência indireta a Lacan, que em algum momento de seu percurso dirigiu-se à questão “em que se autoriza o psicanalista em sua prática?”. Não é o caso, no entanto, de nos determos na discussão conduzida por Lacan; a proposta desse trabalho é abordar o fazer dos tantos psicólogos … Continue lendo Em que se autoriza o psicólogo em saúde mental pública? (2012)
O SUS, seus atuais, seus antigos problemas
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/96924-dilma-vai-acabar-com-o-sus.shtml Hoje, diferente do que venho fazendo nos últimos meses, escrevo no calor do momento. Acabei de ver uma notícia veiculada na Folha de São Paulo em que se noticia uma negociação em andamento em Brasília, cuja efetivação teria como consequência última a fragilização (maior ainda do que a atual) do SUS. A notícia … Continue lendo O SUS, seus atuais, seus antigos problemas
Acompanhamento terapêutico e seu “espaço legítimo”
Alguns anos atrás conheci uma instituição particular, fechada, de tratamento para dependentes de álcool e drogas; era uma instituição de referência, onde o tratamento era bem caro. Cheguei nesse lugar com a perspectiva de integrar a equipe de ATs que acompanhava as saídas eventuais de alguns dos pacientes do lugar, aos finais de semana. … Continue lendo Acompanhamento terapêutico e seu “espaço legítimo”
Grupo de estudos – AT: clínica, cidade e política
Queridos amigos, Eu e Paulo Beer estamos começando um novo grupo de estudos sobre Acompanhamento Terapêutico. Quem se interessar é muito bem-vindo, e agradeço muito quem puder ajudar a divulgar!!! As informações estão abaixo. … Continue lendo Grupo de estudos – AT: clínica, cidade e política
PSICANÁLISE, PSIQUIATRIA E HISTÓRIA
INTRODUÇÃO Ela faz análise comigo já há bastante tempo1; tem uma dificuldade bastante grande para associar, e com frequência retoma temas que parecem uma reflexão introspectiva, mas que são marcados pela repetição e não-pensamento. Fui aprendendo que é importante respeitar a necessidade dela de retornar e se demorar um pouco nesse moto-contínuo, bem como percebi … Continue lendo PSICANÁLISE, PSIQUIATRIA E HISTÓRIA



