Ora viva quem vive!

Um errante pode passar muito tempo, pode mesmo passar tempo demais, sem passar por onde deveria. Aí reside o risco do erro, e o fundamento para a condenação do erro: banindo-se o erro bane-se o risco do imprevisto, na medida em que o certo é esperado e o incerto frequentemente pega o cidadão no pé … Continue lendo Ora viva quem vive!

O caminho a Teotônia

  Eu havia jurado da última vez que nunca mais voltaria lá. Ela já havia mostrado antes os talentos, assombrosos talentos de que dispunha para me pegar desprevenido, desvendar um canto ainda inexplorado da pouca sensibilidade que eu imagino ter à disposição.   Jurei que não voltaria e, até recentemente, estive conseguindo cumprir à risca minha … Continue lendo O caminho a Teotônia