Querido diário – das violências da escrita

 Lembro de uma época, ainda na escola – primeiro, segundo colegial – em que tentei começar a escrever um livro. Tinha tido uma ideia, parecia ótima, e eu gostava de escrever. Se não me engano a ideia durou três páginas. O projeto, claro, era maior, em termos de ideias da estrutura do texto eu teria … Continue lendo Querido diário – das violências da escrita

Refulgir da matilha

 Um pernilongo zune, e passa.  A canela coça, e ao coçá-la os pêlos fazem um leve barulho de lixa. De alguma forma lembra uma cigarra.  Uma formiga passa carregando uma folha que, nela, parece imensa; a cena é de uma beleza levemente engraçada.  O rio corre manso, apesar de cheio; um galho caído corta as … Continue lendo Refulgir da matilha