Domingo no parque

e ficamos ali, como que esquecidos à margem do tempo. Vinha gente de todo canto, passavam por nós com saquinhos de pipoca, espetos de algodão doce, copos de refrigerante imensos imensos, e eu abraçado a ela contemplava aquilo tudo como se fossem os elefantes  surrealistas do dalí, e como se estando ali à sombra da … Continue lendo Domingo no parque

Lobos tranquilos

 Ela estava na cozinha. Por cima da bancada eu acompanhava seus movimentos para cá e para lá, envolvida com o cotidiano e só com ele - é claro que havia as louças e as roupas e as comidas e tudo, mas o fato era o cotidiano, era o cotidiano que ela vivia e era isso … Continue lendo Lobos tranquilos