o ponto cego, o nó da costura do tempo e a solda improvisada com isqueiro

É certo, quase certo, que quando naufragar de vez esse nosso verde-amarelo submarino, terá vindo da avenida paulista a derradeira e decisiva rachadura. sabemos, como se soubéssemos, que é lá que se jogam no presente os trucos do passado e os blefes do futuro. é lá que se olham nos olhos os parceiros, certos de … Continue lendo o ponto cego, o nó da costura do tempo e a solda improvisada com isqueiro

justiça

O homem é amarrado a uma cadeira de ferro, usam-se cintos ou meias ou cordas encontradas algures, é tudo muito improvisado e o homem já não lembra de si. Não houve cuidado em disfarçar-se paradeiros ou algozes, o homem vê os seus rostos e ouve suas vozes, sabe mais deles do que gostaria, apesar de … Continue lendo justiça