A rosa

A Iara Iavelberg, que não conheci, que morreu, e a quem admiro Ana era uma mulher bonita, sempre achei isso. Mas naquele contexto, e daquela forma, seu rosto a um só tempo suave e ferino, delicado e decidido, parecia emanar algo da ordem da santidade. Ela cuidava do ferimento – apertava a ferida com a … Continue lendo A rosa

Tomo em mãos o mais agudo cinzel

Dulcinéia,   saiba, antes de mais nada, que escrever-te me dói mais que tudo. Desde o primeiro dia em que fomos felizes juntos, ou ainda antes: desde o primeiro dia em que fui feliz com a perspectiva de um dia sermos felizes juntos soube, como se sabe o azul do mar, que não viveria sem … Continue lendo Tomo em mãos o mais agudo cinzel