Comentário a “Regras de linguagem na psiquiatria – burocracia e má fé”, de Franco Benetti

Jorge Luís Borges não era um entusiasta do elogio das criações; para ele as ideias ocorriam à pessoa a quem ocorriam por acaso, e não por mérito – é exemplar nesse sentido o prefácio de um livro seu em que ele se desculpa aos leitores se eventualmente escreveu algo que “pertencia” ao leitor antes que … Continue lendo Comentário a “Regras de linguagem na psiquiatria – burocracia e má fé”, de Franco Benetti