A rosa

A Iara Iavelberg, que não conheci, que morreu, e a quem admiro Ana era uma mulher bonita, sempre achei isso. Mas naquele contexto, e daquela forma, seu rosto a um só tempo suave e ferino, delicado e decidido, parecia emanar algo da ordem da santidade. Ela cuidava do ferimento – apertava a ferida com a … Continue lendo A rosa